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<title>Sua fonte de notícias do Brasil e do Mundo</title>
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<description>informação simples e imparcial</description>
<language>pt-br</language>
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<title>Comissão de Constituição e Justiça aprova incentivo para contratação de pessoas com deficiência além das cotas</title>
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<description>Projeto de lei será analisado ainda pelo Senado Federal</description>
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<media:description type="plain">Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1292335" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1292335">
<div class="midia-creditos">Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Diego Garcia: proposta reconhece princípio da dignidade humana</div>
</div>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que prevê a criação de estímulos fiscais ou creditícios para empresas que contratarem mais pessoas com deficiência do que o mínimo exigido pela legislação. </p>
<p>Por recomendação do relator, deputado Diego Garcia (União-PR), foi aprovada a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/795929-comissao-aprova-estimulos-para-a-contratacao-de-pessoas-com-deficiencia-alem-do-exigido-em-lei/">versão da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência</a> ao <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/760206-PROPOSTA-PREVE-CRIACAO-DE-INCENTIVOS-A-EMPRESAS-QUE-CONTRATAREM-PESSOAS-COM-DEFICIENCIA">Projeto de Lei 407/21</a>, do ex-deputado Carlos Bezerra (MT). </p>
<p>O texto tramitou em caráter conclusivo e poderá seguir para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação, antes, pelo Plenário da Câmara. </p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-projetos-de-lei">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

<p>Segundo Diego Garcia, a proposta respeita os princípios da Constituição e contribui para os objetivos da República Federativa do Brasil, como a construção de uma sociedade livre, justa e solidária e a promoção do bem de todos, sem discriminação.</p>
<p>“Ao criar um estímulo positivo para a contratação de pessoas com deficiência acima das cotas legais, o projeto materializa o princípio da dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho, reconhecendo o emprego como ferramenta essencial para a autonomia, a cidadania e a plena integração social”, afirmou o relator.</p>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="4134" data-end="4379">Cotas
A <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1991/lei-8213-24-julho-1991-363650-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 8.213/91</a> determina que empresas com 100 ou mais funcionários reservem entre 2% e 5% das vagas para trabalhadores com deficiência.</p>
<p>A proposta aprovada inclui a medida na <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1989/lei-7853-24-outubro-1989-365493-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 7.853/89</a>, que trata da integração social das pessoas com deficiência. </p>
<p>Pelo projeto, regulamentação posterior disciplinará a organização de oficinas integradas ao mercado de trabalho para pessoas com deficiência.</p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Combate aos crimes no setor de combustíveis no Rio terá ação integrada</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/combate-aos-crimes-no-setor-de-combustiveis-no-rio-tera-acao-integrada</link>
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<description>Atuação coordenada fortalece a capacidade do Estado de identificar os crimes e responsabilizar os autores, afirmou o procurador-geral de Justiça do RJ, Antonio José Campos Moreira.</description>
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<media:description type="plain">© Fernando Frazão/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O combate às organizações criminosas que atuam em áreas estratégicas da economia fluminense, principalmente no setor de combustíveis, vai ser fortalecido com a integração de diversos órgãos do estado.</p>

<p>Nesse sentido, o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira, o secretário de Estado de Fazenda, Guilherme Mercês, e o procurador-geral do estado, Bruno Dubeux, estiveram reunidos, nesta quinta-feira (16), para definir as ações estratégicas.</p>


<p>"O combate às organizações criminosas exige integração entre os órgãos de controle, fiscalização e persecução penal. A atuação coordenada fortalece a capacidade do Estado de identificar os crimes, responsabilizar seus autores e proteger a ordem econômica", afirmou Antonio Moreira.</p>


<p>Durante a reunião, foram discutidos e encaminhados o fortalecimento da integração operacional entre as equipes técnicas das instituições e a retomada das atividades do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), instrumento permanente de cooperação que reúne órgãos estratégicos do estado para desenvolver ações conjuntas de inteligência, investigação e recuperação de ativos.</p>

<p>De acordo com o secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Guilherme Mercês, o encontro trará como resultado o “aperfeiçoamento dos mecanismos de atuação conjunta em diversas frentes de trabalho, especialmente no combate a estruturas empresariais voltadas à prática de fraudes em diferentes mercados, com destaque para o setor de combustíveis”.</p>

<p>A reunião realizada no Escritório Nacional Antifacção do Rio de Janeiro foi promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e consolidou o alinhamento institucional estratégica para combate aos crimes praticados no setor de combustíveis fluminense. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Inscrições para edição do segundo semestre do Fies 2026 terminam hoje</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/inscricoes-para-edicao-do-segundo-semestre-do-fies-2026-terminam-hoje</link>
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<description>Processo deve ser feito pela internet, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.</description>
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<media:description type="plain">© Antonio Cruz/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Termina nesta quinta-feira (17) o prazo para inscrição no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2026. Os estudantes interessados em participar devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.</p>

<p>O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Ministério da Educação.</p>

<p>O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.</p>

<h2>Vagas</h2>

<p>Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.</p>

<p>Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.</p>

<h2>Quem pode se inscrever</h2>

<p>Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:</p>

<ul>
	<li>ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010</li>
	<li>ter obtido média igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas</li>
	<li>não ter tirado nota zero na prova de redação</li>
	<li>ter renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026)</li>
</ul>

<p>Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.</p>

<h2>Fies Social</h2>

<p>O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).</p>

<p>Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.</p>

<p>Os estudantes pré-selecionados, com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.</p>

<p>Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.</p>

<h2>Cronograma</h2>

<ul>
	<li>inscrições: de 14 a 17 de julho</li>
	<li>resultado: 30 de julho</li>
	<li>complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto</li>
	<li>lista de espera: de 7 a 24 de setembro</li>
</ul>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mega-Sena acumula para R$ 35 milhões; confira os números sorteados</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/mega-sena-acumula-para-r-35-milhoes-confira-os-numeros-sorteados</link>
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<description>Números sorteados são: 08 - 12 - 23 - 27 - 42 - 43. Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (18).</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/mega-sena-acumula-para-r-35-milhoes-confira-os-numeros-sorteados1784254389.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/ARQUIVO</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.032 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (16). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 35 milhões para o próximo sorteio.</p>

<p>Os números sorteados são: 08 - 12 - 23 - 27 - 42 - 43</p>

<ul>
	<li>54 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 29.764,89 cada</li>
	<li>3.918 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 676,21 cada</li>
</ul>

<h2>Apostas</h2>

<p>Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (18), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.</p>

<p>A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>PGE-RJ cobra Grupo Master por prejuízo de R$ 640 mi ao Rioprevidência</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/pge-rj-cobra-grupo-master-por-prejuizo-de-r-640-mi-ao-rioprevidencia</link>
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<description>Procuradoria move ações contra gestoras de fundos e pede bloqueio de bens em investigação sobre investimentos.</description>
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<media:description type="plain">© Rovena Rosa/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) protocolou, nesta quinta-feira (16), três ações judiciais contra a Master Corretora e gestoras de fundos de investimento para apurar perdas milionárias sofridas pelo Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência).</p>

<p>As perdas envolvem recursos públicos da ordem de R$ 641,4 milhões aplicados em fundos administrados pelo conglomerado, atualmente em liquidação extrajudicial.</p>

<p>As ações concentram-se em aportes do Rioprevidência realizados em dois fundos de investimento vinculados ao Grupo Master: Revolution e Texas I FIA.  </p>

<p>Segundo a PGE, a perda do Texas I FIA está diretamente relacionada a uma "compra coordenada" envolvendo as ações da Ambipar. A Procuradoria aponta que, entre julho e agosto de 2024, a gestora Trustee DTVM — empresa ligada à Operação "Carbono Oculto", que apura lavagem de dinheiro — teria comprado maciçamente os papéis por meio de fundos, inflando artificialmente seu preço.</p>

<p>"O Rioprevidência foi vítima de uma armadilha arquitetada pela administração e pela gestão do Texas I FIA, que vendeu ao ente público quotas de um fundo lastreado em uma ação desprovida de fundamento", afirma a petição.</p>

<p>O fundo chegou a ficar desenquadrado das regras da CVM em novembro de 2025, mantendo apenas 31% do patrimônio em ações, abaixo dos 67% exigidos para fundos de ações.</p>

<p>No caso do fundo Revolution, a PGE aponta que a Acura votou favoravelmente, em nome do fundo, alterações no regulamento de um fundo investido (FIDC Eicon) que prejudicaram diretamente os cotistas — entre eles o Rioprevidência, que detém 10,7% do fundo. As mudanças incluíram a renúncia a direitos de voto e o aumento em 48 meses do prazo de amortização do investimento.</p>

<p>Os valores alvos das medidas cautelares chegam a R$ 616,6 milhões, considerando o montante investido no Revolution (R$ 481,4 milhões) e a perda do Texas I FIA (R$ 135,1 milhões). A PGE pede bloqueio de ativos via Sisbajud, indisponibilidade de imóveis, veículos, ações, marcas, embarcações, aeronaves e até criptomoedas dos réus.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 22:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova incentivo ao aleitamento materno em creches</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/comissao-aprova-incentivo-ao-aleitamento-materno-em-creches</link>
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<description>Proposta segue em análise na Câmara</description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1292319" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1292319">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Fernanda Melchionna, relatora da proposta na comissão</div>
</div>
<p>A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que pretende assegurar condições para a continuidade da amamentação de crianças de até 3 anos matriculadas em creches.</p>
<p>O texto aprovado altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-norma-pl.html">Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</a> para prever que as creches permitam o livre acesso de mães para amamentar e possuam equipamentos adequados para armazenar o leite ordenhado com segurança e higiene.</p>
<p>A medida está prevista no Projeto de Lei 5105/25, da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Segundo ela, a ideia é buscar a saúde e o bem-estar infantil seguindo recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Ministério da Saúde.</p>
<p>A relatora, deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), afirmou que a iniciativa cria instrumentos de suporte efetivo às mães e aos seus filhos durante o dia escolar.</p>
<p>Próximas etapas
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Setores atingidos por tarifaço dos EUA terão novo plano de socorro</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/setores-atingidos-por-tarifaco-dos-eua-terao-novo-plano-de-socorro</link>
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<description>Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior apontam que 2,4 mil empresas nacionais serão atingidas pelas taxas, que respondem, juntas por cerca de 18% das exportações brasileiras com destino aos EUA,.</description>
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<media:description type="plain">© Valter Campanato/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) que retomará o programa de apoio aos setores empresariais atingidos pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos (EUA). Ontem, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando supostas práticas "desleais" no comércio por parte do Brasil.</p>

<p>O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação. As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho.</p>

<p>"O governo, a partir de agora, tem como prioridade atender e apoiar esses setores por essa injusta, indevida e ilegal tarifação que nos foi imposta", afirmou o ministro Márcio Elias Rosa, titular da pasta Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), durante coletiva de imprensa, em Brasília, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e de outros ministros, incluindo Dario Durigan, da Fazenda.</p>

<p>Segundo Rosa, os exportadores mais atingidos desta vez são os setores de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis e mobiliários, produtos cerâmicos, calçados e  açúcar. Eles deverão contar com linha de crédito para capital de giro, investimentos e com apoio para escoamento de produtos a outros clientes e países.</p>

<p>Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao MDIC, apontam um total de 2,4 mil empresas nacionais diretamente atingidas pelo tarifaço, que respondem, juntas por cerca de 18% das exportações brasileiras com destino aos EUA, o que corresponde a transações estimadas de US$ 7,4 bilhões, na comparação com números de 2024.</p>

<h2>Prejuízo</h2>

<p>No ano passado, esses mesmos setores já haviam reduzido para US$ 5,5 bilhões o volume total de exportações aos norte-americanos. Mais da metade da pauta de exportações do Brasil aos EUA, como carnes, café, óleos e itens de aviação, foi poupada da taxação por decisão norte-americana desta vez.</p>

<p>A participação dos EUA nas exportações brasileiras, que era de 12,1%, até o ano passado, caiu para 9,4% em 2026, e o governo continuará a fomentar uma política de diversificação de mercados para esses produtos, afirmou Márcio Elias Rosa.</p>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
Geraldo Alckmin disse que o governo estuda formas de aplicar a Lei de Reciprocidade - Valter Campanato/Agência Brasil
</div></div>

<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin, ex-ministro do MDIC e um dos negociadores brasileiros com os EUA, afirmou que, a partir de agora, o governo vai estudar formas de aplicar a Lei da Reciprocidade.</p>

<p>Aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional, a norma estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.</p>

<p>"Nós temos uma lei, a lei da reciprocidade, aprovada por unanimidade no Congresso Nacional, e o governo, no momento adequado, saberá como implementá-la", disse Alckmin, que chamou o novo tarifaço de "injusto" e "descabido".</p>

<h2>Interferência externa</h2>

<p>O ministro da Fazenda classificou a decisão dos EUA com uma interferência externa indevida.</p>


<p>"É inadmissível, do ponto de vista do governo, ter essa interferência externa, seja ela política, econômica, seja ela uma forma qualquer para afugentar e constranger o Brasil, as famílias brasileiras, os empresários e os trabalhadores brasileiros", disse Dario Durigan.</p>


<p>Segundo o ministro, todas as alegações dos EUA são falsas e não se sustentam em dados concretos.</p>

<p>De acordo com Durigan, o tarifaço não afetará a estabilidade macroeconômica do país e as medidas de socorro que serão tomadas pelo governo deverão ser linhas de crédito em montantes inferiores aos do ano passado, já que a lista de exceções ao tarifaço está maior desta vez.  </p>

<h2>Pix</h2>

<p>Entre os pontos questionados pelos norte-americanos, nas diversas rodadas de negociação desde o ano passado, está o Pix, o sistema brasileiro de transferências e pagamentos eletrônicos, criado pelo Banco Central (BC).</p>

<p>Durante a coletiva de imprensa, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, foi enfático ao dizer que o Pix não se sustenta como motivo para o tarifaço, e que empresas norte-americanas de cartão de crédito, que estão entre as principais do mercado, não foram diretamente afetadas.</p>

<p>"Seria mais ou menos como tentar dizer que, ao criar o saneamento básico, prejudicou a receita de quem tem caminhão pipa. Por mais estapafúrdio que possa parecer esse argumento, nem ele se comprovou verdade. Analisando o que aconteceu efetivamente, a partir da implementação do Pix, o mercado de cartão de crédito cresceu 150%. Quem perde espaço são os cheques e o dinheiro físico, o que é absolutamente desejável para todos".</p>

<p>A investigação iniciada há um ano pelo USTR concluiu que certas práticas brasileiras são descabidas e oneram ou restringem o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses.</p>

<p>Entre as medidas citadas pelo governo norte-americano estão "práticas de comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais injustas; interferência anticorrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal".</p>

<p>Em outras das alegações por parte do governo dos EUA contra o Brasil, estariam o aumento do desmatamento e o comércio ilegal de madeira.</p>

<p>Os dois dados foram classificados de falsos e sem fundamento técnico pelo ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco. Ele lembrou, por exemplo, que a redução do desmatamento na Amazônia foi de 50% nos últimos três anos.  </p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova selo Aeroporto Amigo do Pet para terminais com espaço destinado a cães e gatos</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/comissao-aprova-selo-aeroporto-amigo-do-pet-para-terminais-com-espaco-destinado-a-caes-e-gatos</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.daynbrazil.com/noticia/comissao-aprova-selo-aeroporto-amigo-do-pet-para-terminais-com-espaco-destinado-a-caes-e-gatos</guid>
<description>Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/comissao-aprova-selo-aeroporto-amigo-do-pet-para-terminais-com-espaco-destinado-a-caes-e-gatos1784239991.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">Bruno Spada/Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1292257" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1292257">
<div class="midia-creditos">Bruno Spada/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Cezinha de Madureira, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria o selo Aeroporto Amigo do Pet para os terminais que implantarem espaços para animais de estimação.</p>
<p>"O selo constitui instrumento de incentivo e valorização de boas práticas, permitindo às administradoras e concessionárias aeroportuárias dar publicidade às iniciativas voltadas ao bem-estar dos animais de estimação", disse o relator do projeto, deputado Cezinha de Madureira (PL-SP).</p>
<p>O texto aprovado é um substitutivo do relator ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/979476-projeto-torna-obrigatoria-criacao-de-banheiros-para-caes-e-gatos-em-novos-terminais-aeroportuarios">Projeto de Lei 1496/23</a>, do deputado Bruno Ganem (Pode-SP). O projeto original torna obrigatória a inclusão, nos novos editais e contratos de concessão de terminais aeroportuários, de cláusula que preveja a criação de banheiros destinados às necessidades fisiológicas de cães e gatos.</p>
<p>Para Cezinha de Madureira, a imposição de novos encargos às concessionárias pode gerar custos adicionais nos novos contratos que, em última análise, tendem a ser incorporados à estrutura tarifária ou aos preços dos serviços.</p>
<p>O relator afirmou que é mais conveniente substituir a obrigação por mecanismo de incentivo de adesão voluntária, capaz de estimular boas práticas sem
impor custos compulsórios ao setor.</p>
<p>Segundo o texto aprovado, o Poder Executivo deverá regulamentar os critérios de implantação dos espaços e concessão do selo. O projeto inclui a medida no Código Brasileiro de Aeronáutica (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7565-19-dezembro-1986-368177-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 7.565/86</a>).</p>
<p>Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Incidência de VSR em crianças de até 2 anos está em queda, diz Fiocruz</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/incidencia-de-vsr-em-criancas-de-ate-2-anos-esta-em-queda-diz-fiocruz</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.daynbrazil.com/noticia/incidencia-de-vsr-em-criancas-de-ate-2-anos-esta-em-queda-diz-fiocruz</guid>
<description>Situação ainda está em nível de alerta em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/incidencia-de-vsr-em-criancas-de-ate-2-anos-esta-em-queda-diz-fiocruz1784239988.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Tomaz Silva/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de vírus sincicial respiratório (VSR), que atingem principalmente crianças de até 2 anos, estão diminuindo em grande parte do país, segundo o Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O vírus é uma das principais causas de bronquiolite nas crianças pequenas. </p>

<p>Os dados laboratoriais por faixa etária indicam que a redução dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre crianças de até 4 anos é impulsionada principalmente pela diminuição das hospitalizações por VSR em boa parte do país. Apesar disso, a incidência ainda se mantêm em níveis altos em alguns estados.</p>

<p>Cinco das 27 unidades da Federação apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>

<p>Entre jovens, adultos e idosos, a queda é explicada principalmente pela redução das hospitalizações por influenza A. Em crianças de 5 a 14 anos, ela decorre sobretudo da diminuição dos casos graves por rinovírus.</p>

<p>De acordo com o InfoGripe, é importante manter medidas de higiene respiratória, como lavar as mãos, cobrir o nariz e a boca com o braço ou um lenço de papel ao tossir ou espirrar e fazer isolamento em caso de aparecimento de sintomas de gripe ou resfriado. Mas, se isso não for possível, a orientação é sair de casa usando máscara. E, o mais importante, manter a vacinação em dia.</p>

<h2>Incidência e mortalidade</h2>

<p>O estudo da Fiocruz revela que a incidência e a mortalidade semanal médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm o cenário típico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. Enquanto a incidência de SRAG apresenta impacto mais elevado nas crianças de até 2 anos, a mortalidade é maior na população com 65 anos ou mais.</p>

<p>Enquanto a SRAG nas crianças pequenas está associada principalmente ao VSR, a mortalidade maior entre os idosos tem como principal causa o vírus influenza A, para o qual há vacina disponível no Sistema Único de Saúde.</p>

<h2>Dados epidemiológicos</h2>

<p>Em 2026, já foram notificados 115.203 casos de SRAG, sendo 60.200 (52,3%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 39.743 (34,5%) negativos e, pelo menos, 8.218 (7,1%) aguardando resultado laboratorial.</p>

<p>Entre os casos positivos registrados no ano, observou-se que 20,8% são de influenza A, 4,5% de influenza B, 40,2% de vírus sincicial respiratório, 30,2% de rinovírus e 4,5% de Sars-CoV-2 (Covid-19).</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Tarifaço: Fachin diz que STF exercerá suas funções sem pressão externa</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/tarifaco-fachin-diz-que-stf-exercera-suas-funcoes-sem-pressao-externa</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.daynbrazil.com/noticia/tarifaco-fachin-diz-que-stf-exercera-suas-funcoes-sem-pressao-externa</guid>
<description>Fachin da Corte disse que o Supremo exerce as funções com base na Constituição brasileira e que as decisões do tribunal são públicas e fundamentadas na lei.</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/tarifaco-fachin-diz-que-stf-exercera-suas-funcoes-sem-pressao-externa1784239986.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, declarou nesta quinta-feira (16) que a Corte vai continuar exercendo suas funções sem "pressões externas".</p>

<p>As declarações do ministro constam em nota divulgada à imprensa após o anúncio do novo tarifaço dos Estados Unidos contra os produtos brasileiros. Entre as justificativas para adotar a medida, o governo norte-americano citou decisões do STF sobre as big techs, como a que determina que as plataformas precisam  tirar do ar conteúdos ilegais sem precisar de ordem judicial.  </p>

<p>Fachin disse que o Supremo exerce suas funções com base na Constituição brasileira e que as decisões do tribunal são públicas e fundamentadas na lei.</p>

<p>"O Supremo Tribunal Federal permanecerá exercendo, com serenidade, independência e firmeza, a missão que lhe foi confiada pela Constituição da República, sem qualquer influência, pressão ou condicionamento de natureza externa, preservando a integridade da ordem constitucional, a separação dos Poderes, a democracia e o Estado de Direito", afirmou.</p>

<p>O presidente do STF também defendeu a independência do Judiciário brasileiro.</p>


<p>"Divergências entre Estados devem ser conduzidas pelos canais diplomáticos e pelos mecanismos próprios do Direito Internacional, jamais por iniciativas que possam ser interpretadas como forma de constrangimento ao exercício da jurisdição constitucional", completou.</p>


<h2>Decisões</h2>

<p>Em decisões recentes, o ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão de perfis de brasileiros que moram nos Estados Unidos. Os alvos são acusados de ataques antidemocráticos contra o Supremo.</p>

<p>Pela decisão, Moraes foi processado na Justiça da Flórida pelas redes sociais Rumble e Trump Media.</p>

<p>A defesa do ministro é feita no exterior pela Advocacia-Geral da União (AGU). O órgão defende a soberania brasileira e sustenta que agentes públicos não podem ser alvo direto do Judiciário de outros países sem o consentimento do Estado brasileiro.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Entenda a Lei de Reciprocidade, que o Brasil pode adotar contra os EUA</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/entenda-a-lei-de-reciprocidade-que-o-brasil-pode-adotar-contra-os-eua</link>
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<description>Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que prejudiquem o Brasil.</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/entenda-a-lei-de-reciprocidade-que-o-brasil-pode-adotar-contra-os-eua1784239983.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Antônio Cruz/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada "imediatamente".</p>

<p>A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, foi motivada também por decisões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Já naquela ocasião, Trump escalou em uma guerra comercial contra diversos países, inclusive o Brasil, e anunciou sobretaxas de importação. </p>

<p>A Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.</p>

<p>Ou seja, se um país com o qual o Brasil tem relação comercial adota uma medida que o prejudique nessa relação, o governo pode adotar uma série de contramedidas. Dentre elas, impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou restringir importações de bens ou serviços.</p>

<p>Essas contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.</p>

<h2>Soberania</h2>

<p>A Lei da Reciprocidade destaca que cabe a suspensão de concessões comerciais, entre outras medidas, a países ou blocos de países que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.</p>

<p>Assim, a lei se aplica a um país que ameace aplicar ou aplique medidas comerciais na tentativa de interferir em atos específicos ou práticas no Brasil.</p>

<p>A legislação também abre espaço ao diálogo e entendimento para que medidas retaliatórias não sejam tomadas obrigatoriamente. Em seu Artigo 4º, determina que a diplomacia entre em ação para reduzir ou anular a necessidade das contramedidas previstas.</p>

<h2>Meio ambiente</h2>

<p>A Lei de Reciprocidade também inclui países que tomem medidas unilaterais com base em requisitos ambientais mais onerosos do que os padrões de proteção ambiental adotados no país.</p>

<p>Nesse caso, o Brasil deve considerar, além das normas ambientais adotadas internamente, como o Código Florestal, de 2012, as metas estabelecidas na Política Nacional do Clima, de 2009, e os compromissos assumidos no Acordo de Paris, de 2015.</p>

<p>Se um país aplicar medidas comerciais unilaterais alegando descumprimento de normas ambientais não contempladas por esses institutos, e que sejam mais dispendiosas ao Brasil, está prevista a aplicação de contramedidas.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova aumento de punição para desobediência em abordagem policial</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/comissao-aprova-aumento-de-punicao-para-desobediencia-em-abordagem-policial</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.daynbrazil.com/noticia/comissao-aprova-aumento-de-punicao-para-desobediencia-em-abordagem-policial</guid>
<description>Proposta segue em análise na Câmara</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/comissao-aprova-aumento-de-punicao-para-desobediencia-em-abordagem-policial1784236391.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1292226" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1292226">
<div class="midia-creditos">Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Texto aprovado é a versão da relatora, Delegada Ione</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece pena de 1 a 3 anos de reclusão e multa para quem descumprir, sem justificativa, ordem policial durante abordagens, buscas pessoais ou revistas em veículos.</p>
<p>Atualmente, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> prevê o crime de desobediência para quem descumpre ordem legal de funcionário público, punido com detenção de 15 dias a seis meses, mais multa. A lei, no entanto, não trata da recusa ao cumprimento de ordens durante abordagens policiais.</p>
<p>A proposta lista algumas condutas físicas que poderão configurar a desobediência qualificada, como esconder as mãos, recusar-se a sair do veículo, fechar portas ou janelas e bloquear o acesso a compartimentos do automóvel, quando essas ações dificultarem a atuação policial.</p>
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3138879efilename=Parecer-CSPCCO-2026-05-27">texto aprovado</a> é um substitutivo da deputada Delegada Ione (PL-MG) ao Projeto de Lei 6166/25, do deputado Capitão Alden (PL-BA). Para a relatora, abordagens policiais estão entre os momentos de maior risco para policiais e cidadãos.</p>
<p>"A experiência prática nas ruas demonstra que a abordagem policial é um dos momentos mais críticos e imprevisíveis do nosso trabalho, onde a hesitação ou a recalcitrância do abordado em cumprir ordens básicas de segurança pode ser o estopim para incidentes fatais", afirmou em parecer.</p>
<p>Conforme a proposta, para que o crime seja caracterizado, a ordem deverá ser:</p>

legal;
clara;
proporcional;
necessária ao exercício da atividade policial;
baseada em elementos objetivos de suspeita; e
destinada à proteção da integridade física dos envolvidos ou à realização da revista.

<p>A recusa só será punida quando a ordem estiver diretamente relacionada à segurança da operação, ao controle da situação ou à eficácia da busca.</p>
<p>Segundo Delegada Ione, a nova redação confere mais segurança jurídica à aplicação da norma. "Aplicamos o princípio da especialidade, garantindo que o magistrado e o delegado de polícia tenham clareza absoluta sobre a incidência da norma no caso concreto", pontuou.</p>
<p>Garantias ao cidadão
O texto deixa claro que filmar ou gravar a abordagem policial não será considerado desobediência, salvo se a gravação impedir ou dificultar o cumprimento da ordem policial.</p>
<p>Também determina que o exercício do direito ao silêncio não poderá ser punido. Outra salvaguarda prevista é que a aplicação da nova regra não impede a investigação de eventual abuso policial.</p>
<p>Próximos passos
A proposta será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para a apreciação do Plenário.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Anvisa suspende venda de energético Mister Hemp</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/anvisa-suspende-venda-de-energetico-mister-hemp</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.daynbrazil.com/noticia/anvisa-suspende-venda-de-energetico-mister-hemp</guid>
<description>Resolução da agência reguladora determina o recolhimento, a venda, a fabricação, a distribuição, a divulgação e o uso das bebidas energéticas de todos os sabores da marca.</description>
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<media:description type="plain">© Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (16) a suspensão da venda de todas as bebidas energéticas da marca Mister Hemp e de dois lotes da água mineral Mamba Water.</p>

<p>Em resolução, a agência reguladora determinou o recolhimento e suspendeu a venda, a fabricação, a distribuição, a divulgação e o uso das bebidas energéticas de todos os sabores da marca Mister Hemp. O produto é fabricado pela G. Freitas Alimentos.</p>

<p>De acordo com a Anvisa, não foram realizados nos produtos estudos de estabilidade que garantem a manutenção das características de segurança, composição e qualidade até o final do prazo de validade.</p>

<p>"Além disso, o fabricante não comprovou a regularização dos produtos no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS)", informou a Anvisa.</p>

<p>Em relação à água mineral, a Anvisa informou que os lotes da Mamba Water foram fabricados em 3/4/2026 e 4/4/2026, com prazos de validade de 3/4/2027 e 4/4/2027. Os produtos não podem ser vendidos, distribuídos e utilizados.</p>

<p>A fabricante HNK BR Indústria de Bebidas Ltda, responsável pela marca, informou o recolhimento voluntário dos lotes 13 e 14 da água mineral sem gás Mamba Water 350 ml. </p>

<p>A empresa disse que testes revelaram a presença da bactéria Pseudomonas Aeruginosa no produto.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova projeto que impede devolução de bens em casos de tráfico de drogas</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/comissao-aprova-projeto-que-impede-devolucao-de-bens-em-casos-de-trafico-de-drogas</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.daynbrazil.com/noticia/comissao-aprova-projeto-que-impede-devolucao-de-bens-em-casos-de-trafico-de-drogas</guid>
<description>O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/comissao-aprova-projeto-que-impede-devolucao-de-bens-em-casos-de-trafico-de-drogas1784225598.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">Bruno Spada/Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1292007" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1292007">
<div class="midia-creditos">Bruno Spada/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Gustavo Gayer, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que impede a devolução de bens apreendidos em investigações de tráfico de drogas, mesmo em casos de absolvição do acusado ou anulação do processo.</p>
<p>Segundo o texto, o patrimônio só será devolvido se o interessado comprovar, inclusive com nota fiscal, que os bens foram adquiridos com recursos de origem lícita.</p>
<p>Foi aprovada a versão do relator, deputado Gustavo Gayer (PL-GO), ao Projeto de Lei 6546/25, do deputado André Fernandes (PL-CE). O relator incluiu no projeto a regra que dá prioridade à instituição policial que realizou a apreensão na hora de distribuir os bens e valores confiscados.</p>
<p>“Os recursos do crime financiam armas, corrupção, recrutamento e logística, por isso, é essencial para a segurança pública enfraquecer o patrimônio das organizações criminosas”, observou o relator.</p>
<p>Prazo
O projeto, que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11343-23-agosto-2006-545399-norma-pl.html">Lei Antidrogas</a>, também estabelece um prazo de 90 dias, após o fim definitivo do processo (trânsito em julgado), para que o juiz decida o destino dos bens caso a sentença tenha sido omissa.</p>
<p>A intenção é evitar que veículos, imóveis e outros valores fiquem parados indefinidamente sob custódia da Justiça sem uma destinação útil.</p>
<p>Para Gayer, o esforço policial é frustrado quando o patrimônio do tráfico retorna aos criminosos por brechas processuais.</p>
<p>Próximas etapas
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:12:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>União pagou R$ 696,38 milhões em dívidas de estados e municípios</title>
<link>https://www.daynbrazil.com/noticia/uniao-pagou-r-696-38-milhoes-em-dividas-de-estados-e-municipios</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.daynbrazil.com/noticia/uniao-pagou-r-696-38-milhoes-em-dividas-de-estados-e-municipios</guid>
<description>Em junho, cobertura de dívidas beneficiou três governos estaduais e quatro municípios. O estado do Rio de Janeiro concentrou a maior parte dos valores cobertos pelo Tesouro.</description>
<media:content url="https://www.daynbrazil.com/uploads/images/2026/07/uniao-pagou-r-696-38-milhoes-em-dividas-de-estados-e-municipios1784225592.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© José Cruz/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A União pagou R$ 696,38 milhões em dívidas atrasadas de estados e municípios em junho, segundo o Relatório Mensal de Garantias Honradas divulgado nesta quinta-feira (16) pela Secretaria do Tesouro Nacional.</p>

<p>Ao todo, foram quitados débitos em atraso de três governos estaduais e de quatro prefeituras.</p>

<p>Os estados que precisaram de cobertura do Tesouro Nacional em junho foram:</p>

<ul>
	<li>Rio de Janeiro: R$ 573,70 milhões;</li>
	<li>Rio Grande do Sul: R$ 73,06 milhões;</li>
	<li>Rio Grande do Norte: R$ 7,11 milhões.</li>
</ul>

<p>Em relação aos municípios, tiveram dívidas pagas pela União as prefeituras de Taubaté (SP), com R$ 29,23 milhões; São Gonçalo do Amarante (RN), com R$ 13,11 milhões; Paranã (TO), com R$ 106,97 mil; e Santanópolis (BA), com R$ 67,19 mil.</p>

<p>O valor coberto pelo governo federal para as dívidas não honradas pelos municípios somou R$ 42,51 milhões em junho.</p>

<p>Desde 2016, a União desembolsou R$ 89,42 bilhões para honrar garantias concedidas em operações de crédito contratadas por estados e municípios. Essas garantias são acionadas quando estados ou municípios deixam de pagar parcelas de empréstimos e financiamentos contratados junto a instituições financeiras nacionais ou internacionais.</p>

<p>Nesses casos, a União quita a obrigação perante o credor e passa a buscar o ressarcimento dos valores por meio das contragarantias previstas nos contratos.</p>

<p>De acordo com o Tesouro, dos R$ 89,42 bilhões honrados pela União desde 2016, aproximadamente R$ 79,70 bilhões estão relacionados ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) ou a saldos de contratos administrados pela STN.</p>

<p>Nesses casos, os montantes pagos pela União são refinanciados em contratos de longo prazo, em vez de serem recuperados imediatamente por meio da execução das contragarantias.</p>

<h2>Recuperação fiscal</h2>

<p>Atualmente, apenas o Rio Grande do Sul permanece no RRF. Esse mecanismo foi criado para auxiliar estados com elevado desequilíbrio financeiro.</p>

<p>Goiás, Minas Gerais e o Rio de Janeiro deixaram o regime após terem aderido ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) – que prevê descontos nos juros e parcelamento do saldo das dívidas estaduais em até 30 anos.</p>

<p>Em troca, os estados que aderirem vão aportar recursos para o Fundo de Equalização Federativa (FEF). Esse fundo distribuirá recursos para investimentos em educação, segurança pública, saneamento, habitação e transportes, entre outras áreas.</p>

<h2>Pendências</h2>

<p>O relatório informa, ainda, que parte dos valores honrados continua pendente de recuperação por causa de decisões judiciais ou processos de refinanciamento.</p>

<p>Entre os casos com bloqueio judicial estão os municípios de Taubaté (SP), São Gonçalo do Amarante (RN) e Caucaia (CE), que somam R$ 406,64 milhões em valores ainda não recuperados pela União.</p>

<h2>Recuperação de garantias</h2>

<p>As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional – para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).</p>

<p>Como garantidora das operações, a União é comunicada pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato.</p>

<p>Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa os calotes, mas desconta o valor coberto de repasses federais ordinários – como receitas dos fundos de participação e compartilhamento de impostos, além de impedir novos financiamentos.</p>

<p>Sobre as obrigações em atraso incidem ainda juros, mora e outros encargos previstos nos contratos de empréstimo, também pagos pela União.</p>

<p>Há casos, entretanto, de bloqueio na execução das contragarantias pela adoção de regimes de recuperação fiscal, por meio de decisões judiciais que suspenderam a execução ou por legislações de compensação das dívidas.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Redação Daynbrazil</dc:publisher>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:12:00 -0300</pubDate>
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